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10 junho 2012

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL E ALMOÇO BENEFICENTE

O projeto de se criar o almoço beneficente teve início em 2011 e com ajuda de nosso Senhor Jesus Cristo conseguimos realizar alguns eventos que trouxe de certa forma um recurso extra para a Escola Dominical e seu objetivo se tornou um sucesso.
Esse almoço acontece a cada trimestre.
Esses recursos são convertidos para várias finalidades na Direção da Escola, por exemplo: agora no mês de julho acontecerá a Escola Bíblica de Férias que todos os anos tem.
Essas são uma das finalidades de compromisso que a EBD oferece ao seu Subdepartamento.

Esse almoço deixou muitos com água na boca

Ficamos felizes pela alegria estampada nos semblantes de nossos irmãos

A união é a chave fundamental para um bom relacionamento. Equipe de cozinha
De frente. Louvo a Deus por ter colocado vocês no caminho da Escola Bíblica Dominical. Tenho plena certeza que o Senhor vos conpensará com todas as bênçãos necessárias. Obrigado por tudo.

As Secretárias arrecando recursos para o evento e em pé a irmã Elena

Sentada a irmã Elena e o Salão Nobre da Igreja se preparando para o almoço

Aqui, a Classe das Jovens Senhoras. Se nota o ar de felicidades

Classe de Jovens. Deus abençoe esses Jovens. Ao fundo os Prof. Paulo Henrique e André Lopes. O Prof. Diego está aí mas não aparece na foto.

Classe dos Adolescentes e a Prof. Flaviana
Classe intermediária e Pré-Adolescentes. Infelizmente não temos salas suficientes para comportar os alunos Pré-Adolescentes e a Prof. Giselle
Classes de crianças. Logo que completam a idade vão para a Classe dos Intermediários e Pré-Adolescentes. Ao fundo a Prof. Carmen Lopes
Berçário que não verdade são crianças de 2 anos. Ainda não tem bebê. Quem toma conta dessas preciosidades são as Profs Débora e Polyana.
Nossas competentes Secretárias
Classe das Senhoras. Profs Nilo e Iracilda
Por outro ângulo, Profs Iracilda e Nilo colado à janela
Classe dos Senhores. Pr. Eli e Prof Gilson
Por outro ângulo, Pr. Eli e Prof. Gilson

08 junho 2012

LIBERTANDO-SE DA IDOLATRIA


Versículo Chave
“Portanto, meus amados, fugi da idolatria”
(1 Coríntios 10.14).

Efésios 5.1-6

1 - Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados;
2 - e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.
3 - Mas a prostituição e toda impureza ou avareza nem ainda se no­meiem entre vós, como convém a santos;
4 - nem torpezas, nem parvoíces, nem chocarrices, que não convêm; mas, antes, ações de graças. 
5 - Porque bem sabeis isto: que nenhum fornicador, ou impuro, ou avarento, o qual é idólatra, tem herança no Reino de Cristo e de Deus.
6 - Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

INTRODUÇÃO
Falar de idolatria na igreja moderna tem sido um grande desafio, pois antes, como os idólatras não faziam parte da igreja, bastava referir-se ao assunto para ouvir dos cristãos: “fala Deus!”. Mas, como os ídolos evoluíram e começaram a fazer parte do cotidiano de alguns “crentes”, ao serem mencionados, os tais se armam de tal forma e só faltam agredir.
Não há outra explicação para isso, a não ser: “frieza espiritual”. Portanto, aos que ainda desejam restabelecer a comunhão com Deus, precisam libertar-se de vez dos cultos aos ídolos. Por esta razão, em cada culto mencionado, fizemos três linhas de abordagem: 1) - Razões do seu estabelecimento; 2) - Implicações de sua devoção; 3) - Extirpação da sua prática.

I - O CULTO AO SEXO

Embora o sexo não seja mau em si, sua vulgarização o transforma em pecado (Jr 29.23). Após isso, sua força vai se expandindo de tal forma que o espaço, antes destinado a Deus, começa a ser ocupado por seus entulhos. Para lutar contra esse mal, é preciso conhecer algumas de suas particularidades a fim de que sua extirpação venha a ser contundente.

1. Razões do seu estabelecimento

 - Como se sabe, a carne já é ten­denciosa a inclinar-se para a impureza, portanto, em razão disso, Paulo fez a seguinte recomendação: “Mas a prostituição e toda impureza [...] nem ainda se nomeiem entre vós, como convém a santos” (v. 3). Os agentes de tal inclinação são diversos, dentre eles, a fascinação do proibido (Gn 3.1-6; Pv 9.13-18) e o deslumbre pelo diferente (Pv 5.1-5), o que têm causado a queda de muitos.
Não tão diferente dos filhos de Israel, muitos já se esqueceram do Senhor e passaram a servir a Astarote em seus cultos lascivos (Jz 3.7).

2. Implicações de sua devoção

 - Aquele que se deixa vencer por práticas libidinosas acaba se tornando tão viciado quanto um dependente químico. E isso é bem claro em 2 Pedro 2.19, quando diz: “... de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo”. E como um viciado perde por completo a noção do perigo, a destruição moral e familiar é inevitável.
Com sua prática, muitos já não conseguem controlar os pensamentos, e, mesmo estando com o cônjuge, a imaginação está em outro lugar. Quanto a isso lemos: “Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a ini­quidade e maquinam o mal!” (Mq 2.1 ARA). A esta altura, a comunhão com Deus já nem existe mais.

3. Extirpação da sua prática

 - Extirpar a prostituição cultual do meio do povo não é uma tarefa fácil. O reformador Asa é uma das provas dessa dificuldade (1Rs 15.9-14). Por esta razão, para combater esse mal, que só produz frieza espiritual é preciso coragem e determinação, e o mais importante, total dependência do Espírito Santo.
Josias é um dos exemplos de que, para extirpar a idolatria sexual, o crente precisa iniciar com um concerto perante o Senhor (2Rs 23.3-7). O que resta saber é se seus devotos estão realmente dispostos a aban­donarem tais cultos.

II - O CULTO AO DINHEIRO

Por mais que alguns tenham combatido a teologia da prosperidade, sua essência tem permeado blindagens jamais imaginadas. E esta essência é: Finanças em alta - proximidade com Deus; Finanças em baixa - dis­tanciamento. Com essa ideologia, entre outras comentadas neste tópico, entenderemos quem está sendo cultuado de forma camuflada nos corações de muitos (Mt 6.21; Lc 6.45).

1. Razões do seu estabelecimento

 - O culto ao dinheiro no coração do homem sempre esteve associado à cobiça, inveja e orgulho. Com a glo­balização da comunicação, por meio das redes sociais, esses sentimentos têm aflorado cada vez mais. Basta alguém ver as fotos da viagem que os amigos postaram, do celular que compraram ou de coisas semelhantes, para tais sentimentos produzirem um ainda pior: “Amor ao dinheiro” (1Tm 6.10) que, por natureza, já é idolatria (v. 5). E, como se sabe, em um coração onde já habita um deus, não pode haver culto ao Verdadeiro (Mt 6.24).

2. Implicações de sua devoção

 - As implicações enfrentadas pelos que se rendem à devoção ao dinheiro são diversas. O desejo de estar sempre em destaque e o vício frenético pelas compras são as primeiras, porque acorrentarão a alma do seu devoto (Pv 1.19). Como consequência, as dívidas acabam produzindo conflitos em lares (Pv 15.27) e aflição de espírito (Ec 6.9).
Para abreviar esta sucessão de implicações, recorramos à célebre citação: “Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de ma­les; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (1Tm 6.10).

3. Extirpação da sua prática

 - Muitas são as histórias de pessoas que quebraram seus cartões de créditos, cancelaram o cheque especial e que retornaram à mesma teia, isso porque a ação gerada não se deu onde o mal estava alojado. Diferentemente, quando Zaqueu retirou a avareza do coração, Jesus declarou: “Hoje, veio a salvação a esta casa” (Lc 19.9).
Ao alcançar o livramento, o crente deverá ter maturidade para saber viver na abundância ou na escassez (Fp 4.12). Mas, para alcançar esse estágio, ele deverá alimentar o seu coração com a Palavra de Deus e não com a cobiça (Sl 119.36).

III - O CULTO À PERSONALIDADE

O culto à personalidade é uma das estratégias políticas mais antigas da humanidade. Embora o termo tenha sido usado pela primeira vez em 23 de fevereiro de 1956, pelo russo Khrushchov, sua utilização vem desde o Antigo Testamento (Dn 3). Mesmo criticado por muitos, sua prática vem se popularizando entre os cristãos; por esta razão, já passou da hora de combatê-la.

1. Razões do seu estabelecimento

 - Uma das falácias combatida com veemência pelo apóstolo Paulo é o que hoje chamamos de culto à personalidade (1Co 1.12-15). Semelhante a isso, basta um superstar surgir no meio evangélico que começam os burburinhos em favor do seu enaltecimento. Palavras vãs como estas têm estimulado o engano no momento do culto e atraído a ira de Deus sobre seus envolvidos (v. 6).
Outra razão responsável pelo surgimento desse tipo de culto está nas atitudes dos que deveriam combatê-lo (Mt 6.1-5,16-18), por isso a frieza espiritual vem ganhando força a cada dia.

2. Implicações de sua devoção

 - O culto à personalidade é algo tão abominável, que a Bíblia nos mostra as drásticas implicações enfrentadas tanto pelo que recebe tal adoração e não a transfere a Deus (At 12.21-23), quanto por seus agentes (Dn 6.7-24).
Aqueles que insistem em enaltecer o homem e não a Deus, jamais usufruirão do seu poder visto que serão como os devotos de Nabucodonosor, apenas assistirão aos verdadeiros adoradores sendo abençoados pelo Senhor (Dn 3.1-27). 

3. Extirpação da sua prática

 - Os meninos na fé só conseguirão combater o culto à personalidade quando aprenderem que a adoração não deve ser direcionada a um servo de Deus, mas ao Deus do servo. E quanto aos “servos” que insistem em ser cultuados, que venham a aprender as boas maneiras de um cidadão do céu (Jo 3.26-30; At 10.25, 26).
Agora, para aqueles que ainda insistem neste procedimento, que re­flitam no que disse Jesus ao principal responsável por esta desvirtuação: “Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás e só a ele servirás” (Mt 4.10).
CONCLUSÃO

Por mais tenso e complexo que seja o assunto tratado, é preciso que haja um posicionamento de cada servo de Deus. Não com intuito de empunhar a bandeira do “eu sou espiritual” e sair reprimindo um e outro, e sim, dirigir-se individualmente ao Senhor, e clamar pela própria restauração.

Quando o crente compreende a dimensão dessa atitude, e age em conformidade com ela, o verdadeiro culto é restabelecido em sua vida e a comunhão com Deus fica intensamente mais próxima.

Para reflexão:
• Você tem cultuado a Deus com o seu autocontrole?
• O altar em seu coração está precisamente reservado ao Senhor?
• E tua adoração, a quem está direcionada?

Questionário para avaliação e debate:
1. Quando é que o sexo se torna pecado?
2. Quando é que o dinheiro se torna pecado?
Tentações afetivas

“O tormento da tentação para come­ter pecado é nada, se comparado com as suas consequências que, podem du­rar por toda a vida e pela eternidade.” Steve Gallagher

06 junho 2012

RISCOS DAS EXPERIÊNCIAS EMPÍRICAS

Como foi escrito na postagem passada sobre "Combatendo a Frieza Espiritual" não é fácil identificar os erros que permearam a igreja nestes últimos séculos, por outro lado, é difícil combatê-los, já que isso abalaria a estrutura de muitas organizações consideradas cristãs. Cada vez mais, movimentos e organizações estão reivindicando, dos textos bíblicos, apoio para suas "revelações", "visões", "profecias" etc.

Infelizmente estes erros se infiltram no universo cristão, de maneira muito sutil, quase imperceptível, até porque, vêm sempre vestido de uma capa "espiritual". Portanto, o que devemos fazer para combater tais experiências?

Em Tiago 1.21-25 diz: (21) "Pelo que, rejeitando toda a imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma. (22) E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. (23) Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural; (24) porque se contempla a si mesmo, e foi-se, e logo se esqueceu de como era. (25) Aquele, porém, que atenta bem a lei perfeita da liberdade e nisso persevera, não sendo ouvinte esquecido, mas fazedor da obra, este tal será bem aventurado no seu feito".

 IDENTIFICANDO AS EXPERIÊNCIAS EMPÍRICAS

Empirismo é a doutrina ou ação proveniente unicamente da experiência, negando a existência de princípios investigativos, acreditando que se pode chegar ao conhecimento da verdade. Neste caso, a Bíblia se torna responsável por endossar tais experiências, e não o contrário. Vejamos de maneira mais prática:

1 - Manifestação sobrenaturais surgidas de fontes extra-bíblicas - Nestes últimos anos, temos presenciado as mais estranhas manifestações, quase sempre, vindas de pequenos grupos isolados, que afirmam tê-las recebido da parte de Deus. Depois, procuram textos na Bíblia distorcidos ou fora do contexto, para tentar provar que há embasamento Bíblico. Isto é o que a Bíblia chama de "particular interpretação" (2Pe 1.20) e chamamos de extra-bíblica porque não é resultado de um estudo bíblico em elaborado (Ne 8.8).

Estas manifestações chegam a ser bizarras, ou seja, dons de mugido, rugido, uivos; aves sendo batizadas com o "Espírito Santo" no galinheiro; rodopios, levitações e danças - herdadas do candomblé, são apenas alguns exemplos.

Assim como os sinais seguem os que crêem, as experiências cristãs devem seguir a interpretação correta das Escrituras e não o contrário - (Ler 1Jo 4.1).

2 - Ensinos que contradizem o contexto do Antigo e do Novo Testamento - Recentemente certo repórter, na tentativa de desmoralizar a Bíblia, se vestiu de Moisés e saiu pelas ruas de São Paulo, tentando viver tudo que seu personagem viveu no passado. Como nada deu certo, ele concluiu dizendo que a Bíblia é um livro impraticável. Não tinha mesmo como dar certo, pois ele quis viver Moisés fora do seu contexto histórico. É desta maneira que muitos cristãos, principalmente líderes, estão interpretando as Escrituras. Alguns cultos apresentam os mesmos rituais da época do tabernáculo ou do templo de Salomão, mas são práticas com razões culturais e históricas próprias daquela época. Portanto, é contraditório querer como Miriam ou Davi, tentar ser um levita, usar elementos rituais como: sal grosso, azeite, arca etc, quebrar as maldições proferidas no monte Ebal ou evocar as bênçãos do monte Gerizim (Dt 11.29).

A Bíblia é  um ensino para ser vivido (Rm 15.4). Ou seja, devo me resguardar de ser desobediente como Saul, mas não adianta querer ser rei como ele foi. Os acontecimentos bíblicos nos sobrevieram como figuras e sevem para que estejamos cientes de que existem consequências para os atos bons e maus (1Co 10.11).

3 - Movimentos que desvirtuam o plano geral das Escrituras - Como vimos anteriormente, muitos têm procurado viver a vida cristã de acordo com a antiga aliança, por ser mais fácil, já que era constituída de cerimônia e rituais, enquanto que a nova aliança traz uma vida mais prática, introspectiva, do coração (Dt 30.14; Jr 31.33).

Sem dúvidas, é melhor entrar no templo cantando e saltando de alegria do que louvar a Deus dentro de uma prisão gelada, úmida, por amor a Cristo (Sl 122.1; At 16.24, 25).

Os movimentos surgidos nos últimos anos têm respaldo somente no antigo testamento e desvirtuam o plano geral das Escrituras. Fala-se de uma "geração de novos adoradores, geração profética, geração dos sonhos restaurados", mas de que maneira eles têm cumprido o maior propósito de Deus para o cristão? (Ler Rm 8.29).

COMBATENDO AS EXPERIÊNCIAS EMPÍRICAS

Só podemos combater esse mal conhecendo as Escrituras Sagradas "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2Tm 2.15).

Como combater essas experiências:

1 - Por meio da palavra de Deus - "...recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma." (Tg 21b).

Em Botânica, o enxerto é uma "operação que consiste em introduzir uma parte viva dum vegetal em outro, para que neste se desenvolva como se desenvolveria na planta de onde saiu" (Dicionário Aurélio). É isto que Deus espera dos cristãos: a Sua palavra foi enxertada neles e deve gerar vida da mesma maneira como gerava quando ainda estava em Deus (1Pe 1.23-25; 2Pe 1.21). É esta palavra que nos salva (2Tm 3.14, 15).

2 - Pela rejeição dos modismos infiltrados - "Pelo que, rejeitando toda imundícia e acúmulo de malícia..." (Tg 21a)

As Escrituras nos alertam que os falsos mestres surgiriam (2Pe 2.1). No texto, a palavra "encobertamente" indica que, por razões próprias da avareza, "farão de vós negócio", "com palavras fingidas" (2Pe 2.3), ocultamente. Todo aquele que passa ou tenta passar qualquer ensino de modismos, doutrinas extra bíblicas, pode ser visto como "falso mestre".

Um grande mal observado nas igrejas é a tolerância com pequenos erros, que contrariam as Escrituras (Bíblia), mas são aceitos por conveniência e, se alguém tenta combater, quase sempre é tachado de radical e ultrapassado. Mas será que Deus tolera pequenos erros na observação da Sua Palavra? Vejamos:

"Tudo o que eu te ordeno observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás" (Dt 12.32);

"Atenda, pois, que o faças conforme o seu modelo, que te foi mostrado no monte" (Ex 25.40);

"Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro" (Ap 22.18, 19).

3 - Pelo cumprimento da Palavra de Deus - "Sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes..." (Tg 22a).

Não basta obedecermos às leis de trânsito para chegarmos a São Paulo, é necessário, também, seguir a estrada que nos levará até lá. Do mesmo modo, a Bíblia não é apenas um punhado de regras a ser seguido, mas um manual mostrando uma rota até os céus. A Bíblia diz que: "Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra" (2Tm 3.16, 17).

Concluindo, o empirismo é uma maneira que os desobedientes acharam para fazer da Bíblia um livro de "particular interpretação". As pessoas levadas por esta corrente não conseguem cumprir as Escrituras, pois se prendem apenas àqueles textos que lhes parecem convenientes, para prosseguir no seu erro.

Voltemos à palavra com temor, mesmo que para isso tenhamos de seguir caminho contrário à multidão, pois somente a palavra de Deus pode salvar a nossa alma e combater a frieza espiritual.